Brad Gushue troca a pista pela cabine: analista do Grand Slam of Curling a partir de 13 de outubro
Brad Gushue não se afastou do gelo desde que pendurou a vassoura em março — apenas mudou de lado. Nesta semana foi confirmado que o hexacampeão do Brier e campeão olímpico de 2006 será analista do Grand Slam of Curling, com estreia em 13 de outubro, no Co-op Invitational, em Victoria, na Colúmbia Britânica. Será sua primeira temporada completa no estúdio de comentários, parte da reformulação profunda da equipe de transmissão conduzida pela The Curling Group.
O novo papel chega junto com outras frentes abertas. Gushue comanda desde a primavera o programa de alto rendimento da USA Curling e, em 3 de novembro, lança suas memórias, Gushue: The Making of a Champion — 288 páginas escritas com o jornalista Stephen Brunt. No estúdio, divide o microfone com Joanne Courtney, Jennifer Jones e Brent Laing, depois de os veteranos Kevin Martin e Mike Harris não terem seus contratos renovados e do apresentador Rob Faulds ter se aposentado.
O próprio Gushue admite que o maior desafio será comentar partidas de rivais contra quem competiu até há poucos meses. Quinze títulos de Grand Slam dão peso à sua leitura do jogo; o desafio, diz ele, é ser honesto sem ser duro. Para qualquer operador de pista, a lição de uma carreira assim é conhecida: os detalhes decidem os jogos, e de todos os esportes no gelo o curling exige a superfície mais limpa e mais dura.
É exatamente o padrão que perseguimos na Napapiri desde 1993. Com mais de 30 anos fabricando pistas de gelo real para eventos, prefeituras e clubes no mundo inteiro, sabemos que um gelo nivelado ao milímetro e refrigerado com precisão é o que permite que uma pedra curve de verdade — no Elite 10 e na pista municipal igualmente.
Foto: Krazytea, via Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0 (Brad Gushue no Elite 10 de 2018).